O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), integra a atual composição da Corte responsável pela condução das Eleições Gerais de 2026.
Para o pleito deste ano, o TSE mantém diferentes mecanismos de fiscalização e auditoria dos sistemas eletrônicos de votação. Entre eles está a possibilidade de inspeção dos códigos-fonte por entidades fiscalizadoras habilitadas, seguindo as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.
Em 2026, instituições como a Sociedade Brasileira de Computação e a Controladoria-Geral da União (CGU) já participaram de inspeções relacionadas aos sistemas eleitorais que serão utilizados nas eleições.
Além da análise do código-fonte, a Justiça Eleitoral prevê outras etapas de verificação, como a conferência de assinaturas digitais, testes de integridade, comparação de boletins de urna e procedimentos de fiscalização realizados antes, durante e depois da votação.
A inspeção do código-fonte, no entanto, não é uma novidade criada exclusivamente por André Mendonça. Esse mecanismo faz parte do processo de fiscalização dos sistemas eleitorais e vem sendo utilizado pela Justiça Eleitoral há anos.
Nas Eleições 2026, os procedimentos de auditoria e fiscalização seguem previstos nas normas eleitorais, com participação de instituições habilitadas e acompanhamento das diferentes etapas do processo de votação.

Comentários
Postar um comentário