O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o único entre os principais candidatos à Presidência que, naquele momento, ainda não havia se manifestado publicamente sobre as novas revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Documentos da Polícia Federal tornados públicos após a retirada do sigilo revelaram mensagens entre Vorcaro e Moraes. O caso provocou forte repercussão política e levou candidatos a cobrarem explicações e defenderem medidas contra o ministro.
Flávio Bolsonaro (PL) pediu a renúncia de Moraes. Ronaldo Caiado (PSD) também defendeu sua saída, enquanto Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) chegaram a defender a prisão do magistrado. Augusto Cury (Avante) afirmou que, se forem comprovadas infrações graves, Moraes deveria renunciar ou sofrer impeachment.
O caso colocou novamente o STF no centro do debate eleitoral e aumentou a pressão para que as circunstâncias envolvendo Moraes e Vorcaro sejam esclarecidas pelas instituições responsáveis.

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